Acabo de ver essa notícia
>Kubo Tite to end the series Bleach within this year, so he can start on his new manga based on his own daily life. The series will be called "Fuck, I am awesome" and will star Kubo Tite as himself. Here is the most recent interview with Tite on the upcoming manga
>Q: At what point did you decide that you should make a manga about yourself?
>A:I was tired of Bleach, and since those faggots canceled Zombie Powder, I didn't know what to do. I was sitting on my bed and dusting off my stunner shades when I look into the mirror and thought "Wow, I am awesome" and then it just hit me. I like me, shit, I LOVE ME. So why wouldn't everybody else?
>Q: Why are you giving up on Bleach and starting this new manga instead?
>A: I think manga these days is just too unrealistic. I tried to be more down to Earth with Bleach, but nobody understood it. Now I have the chance to make a manga that is still as realistic as Bleach, but is not so deep that it is misunderstood by the public. I feel my life is the perfect way to demonstrate this.
>Q: Final question. We know the manga is about you and your daily life, but what does that entail?
>A: It will be completely and fully truthful, I have no reason to hide anything. I will be the protagonist, and later on it will be revealed that I am also the antagonist. My harem of women will be numbered 1 to 10, from hottest to not as hot. I will fight the great injustices of the world, as I always do. It will not end until I die.
Fim de Bleach e Kubo com novo mangá?
Postado por Killua_x às 10:14 0 comentários
Marcadores: Mangá
Mangá também é cultura
História em quadrinhos hoje tem um museu, uma
faculdade e um prêmio promovido pelo governo
faculdade e um prêmio promovido pelo governo

A visão da sociedade japonesa sobre o mangá mudou. O que antes era visto como diversão infantil hoje ganhou status de um importante meio para o governo promover a diplomacia cultural. Além do prêmio internacional criado recentemente pelo Ministério das Relações Exteriores, existe até uma faculdade especializada que forma futuros cartunistas.
A Universidade Seika, de Kyoto, inaugurou o curso de mangá dentro da Faculdade de Belas Artes em 2001. Em abril deste ano, o curso ganhou independência e foi transformado numa faculdade. Atualmente, cerca de 600 alunos estudam para realizar o sonho de se tornar cartunista, chargista, editor de mangá ou
criador de desenho animado. (Imagem ao lado | Popularidade: Nana é um dos mangás de maior influência social dos últimos tempos.)Mas qual é o diferencial de estudar o mangá num curso univesitário, e não numa das cerca de cem escolas profissionalizantes existentes em todo o país? “Os alunos têm oportunidades de comparar os quadrinhos com outros estilos de desenho, como as pinturas ocidental e oriental, e estudar outras disciplinas. Com isso, eles ganham uma visão mais ampla sobre o mangá e o mundo que os cercam”, explica o chargista e diretor da faculdade, Keiichi Makino.
Mercado de trabalho
Formar-se nesta faculdade não garante uma carreira de cartunista para os alunos. Mas, antes
mesmo da conclusão do curso, eles têm chance de mostrar seu trabalho participando da produção de quadrinhos em vários tipos de publicação. (Foto a o lado | Carreira: jovens interessam-se cada vez mais em investir de forma profissional nas artes gráficas.)A faculdade recebe encomendas para elaborar folhetos sobre assuntos diversificados que utilizam o mangá em vez de texto. Eles já produziram panfleto para conscientização sobre portadores de hanseníase para uma prefeitura, folheto explicativo sobre aneurisma para um hospital e até a petição de um grupo de cidadãos. “São poucos os alunos que conseguem se profissionalizar como mangaka [cartunista]. Mas há outras atividades como essas que eles podem exercer, aproveitando o conhecimento e as técnicas adquiridas no curso”, conta Makino.
Para dar apoio maior aos alunos e formados do cursos de mangá, a Universidade Seika inagurou o Museu Internacional de Mangá, em novembro do ano passado, em conjunto com a prefeitura de Kyoto. Num prédio de quatro andares com uma área total de 5 mil m2, o museu guarda um grande arquivo de materiais relacionados ao mangá, que inclui mais de 200 mil livros e revistas, japoneses e estrangeiros.
(Foto ao lado | Reconhecimento: sofisticada estrutura para guardar o acervo do Museu Internacional do Mangá em Kyoto.)
Entre os cerca de 600 jovens que estudam o mangá na Universidade Seika, os alunos estrangeiros representam 10%. A grande parte deles é da Coréia do Sul, onde o mercado de mangá está em crescimento. Segundo Makino, a metade dos estudantes que fazem o curso de pós-graduação são coreanos.
Com o aumento da popularidade dos quadrinhos japoneses no Exterior, espera-se que um número cada vez maior de estangeiros venha ao Japão para estudar o mangá. Eles serão concorrentes dos cartunistas japoneses futuramente? “Há muitos estrangeiros com nível técnico elevado. Mas, para fazer sucesso no mercado editorial daqui, o importante é elaborar histórias que caiam no gosto dos leitores japoneses”, afirma o diretor.
Fonte: Japão online
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Postado por Anônimo às 18:09 1 comentários
Marcadores: Cultura japonesa, Mangá



